Capetinha tenta sair do inferno em meio a processos, pensões, prisões e penhoras

Em 2004, ele era o anjo caído do céu para realizar o plano grandioso de levar o Vitória ao título brasileiro. De helicóptero, junto com o amigo Vampeta, o baiano Edilson descia no centro do gramado do Barradão, quase dois anos depois de conquistar o penta com a Seleção Brasileira.
Após passagens gloriosas por Palmeiras, Corinthians, Benfica de Portugal, Cruzeiro, Flamengo e Kashiwa Reysol do Japão, o Capetinha voltava para se consagrar na terra de todos os santos. Para se consagrar e para cuidar dos seus negócios, entre eles o bloco Bróder, a casa de shows Estação Ed 10, as diversas bandas de pagode que lançou e os inúmeros imóveis que adquiriu em anos de carreira.
Corta para 16 de agosto de 2017. Edilson é preso por policiais civis e é levado
para a sede da Polinter, em Salvador. O motivo? Uma dívida que se arrasta desde 2013 referente ao não pagamento mensal de R$ 8,8 mil em pensão alimentícia para um dos seus filhos, que mora em Brasília. Ao ser preso por quase quatro dias, um deles no Complexo Penitenciário da Mata Escura, notícias sobre uma dívida trabalhista ainda maior vieram à tona.
Falou-se em R$ 10 milhões em débitos. Mas, esse número, ao menos os relacionados com processos trabalhistas, ainda não foi fechado. “Ainda vamos atualizar, mas a dívida atual ultrapassa R$ 6 milhões”, diz o diretor da Coordenadoria de Execução do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Rogério Fagundes. A pergunta que fica é se Capetinha está falido. (correio24horas)

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