Embora passageiros paguem 30 centavos de imposto por passagem, lanchas não são fiscalizadas pela Agerba

Mesmo recebendo R$ 440 mil das concessionárias de lanchas que fazem a travessia Mar Grande-Salvador, o governo da Bahia não tem posto de fiscalização e nem fiscais fixos em Mar Grande, praia do município de Vera Cruz, de onde saem e chegam as embarcações.
O dinheiro é arrecadado com a cobrança de Taxa de Poder de Polícia, usada na fiscalização do sistema. Ela custa 30 centavos por cada passagem. Em média, são vendidos 120 mil bilhetes mensalmente. Apesar da arrecadação, não há na ilha de Itaparica um posto da Agerba, órgão responsável pela fiscalização e concessão do sistema. Caso queira fazer alguma reclamação, o morador da ilha tem que ir até a sede da agência em Salvador.

“Temos certeza que o dinheiro arrecadado com a taxa não é usado na fiscalização do sistema de lanchas. Se fosse, o serviço seria outro”, afirmou o prefeito de Vera Cruz, Marcos Vinícius Marques (PMDB). Em nota, a Agerba diz que os recursos arrecadados com a Taxa de Poder de Polícia são usados para atividades em diversas áreas do órgão, não só a fiscalização. (Folha de SãoPaulo e Bahia Notícias)

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