Paciente diz ter sido estuprada dentro de hospital durante atendimento

Uma mulher de 43 anos afirma ter sido estuprada dentro de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Santos, no litoral de São Paulo, durante a noite desta quinta-feira (7). O suspeito de ter praticado o crime é um funcionário da unidade de saúde. Segundo a administradora da unidade, uma sindicância foi aberta para apurar as denúncias relacionadas ao colaborador.
O caso aconteceu na UPA Central, localizada no bairro Vila Belmiro. De acordo com informações da polícia, a vítima deu entrada no local, ainda no começo da noite de quinta-feira, reclamando de fortes dores no pescoço. Ela foi atendida por um médico que prescreveu a medicação e, também, a utilização de um colar cervical.
Com a guia em mãos, a vítima foi à farmácia, mas, segundo ela, não havia ninguém para atendê-la. Um funcionário que passava pelo corredor se ofereceu para ajudar e pediu para que ela o acompanhasse até uma sala para que ele
pudesse colocar o colar cervical nela. Quando os dois chegaram na sala, ele trancou a porta e a estuprou.
A vítima afirma que só conseguiu convencer o funcionário de abrir a porta da sala ao prometer que não chamaria a polícia. Depois que conseguiu fugir do local, a vítima foi à delegacia e denunciou o funcionário da UPA. Em depoimento à delegada que atendeu o caso, a mulher contou detalhes sobre o ataque e, inclusive, deu o nome do funcionário, pois conseguiu ler no crachá.
O homem está foragido, mas a Polícia Civil já fez a identificação do suspeito. Segundo a polícia, ele é casado, morador de São Vicente e pai de duas meninas. O caso será encaminhado para a Delegacia da Mulher de Santos, que investigará o caso.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Santos informou que 'acionou a Fundação do ABC, entidade responsável pela gestão da UPA Central, para a apuração rigorosa dos fatos denunciados. Gestores da Secretaria e da Fundação acompanham o caso de perto e estiveram presentes na noite de quinta-feira no 1º Distrito Policial para ofertar toda a assistência necessária à paciente e em apoio à ivnestigação policial'.
Já a Fundação do ABC, em nota, disse que abrirá sindicância para apurar denúncias relacionadas a um colaborador que atua na UPA Central de Santos. (G1)

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