SAJ: Além do acarajé, o que mais as baianas podem comercializar?

Na penúltima noite do São João de Santo Antônio de Jesus, no sábado (23/06), a baiana Letícia Gambelegé montou seu tabuleiro ao lado do camarote do prefeito. Em entrevista ao repórter Hélio Alves, Letícia contou que possui um buffet de comida baiana chamado Sabor de Dendê, e foi convidada pela promoter do camarote, Jackes Corter, para prestar os serviços de baiana.
Letícia, que coordena em SAJ a ABAM – Associação de Baianas de Acarajé e Mingau, disse que tanto o ofício como o acarajé são patrimônios culturais nacionais, inclusive o município de Santo Antônio de Jesus já tem uma Lei Municipal que reconhece a baiana de acarajé como patrimônio.
Disse também que em Santo Antônio de Jesus tem, em média, 45 baianas de acarajé. Além de acarajé, as baianas podem comercializar abará, cocada, peixe frito, caldos, mingau, munguzá, entre outros. “Tudo que é da cozinha tradicional da Bahia a baiana pode comercializar”, explicou.
Letícia concluiu lembrando que o ofício de baiana sustenta toda a família. “A baiana forma seus filhos, constrói a casa de sua família e dá segmento ao futuro de sua família. É uma comida tão abençoada que sustenta várias gerações por muitos séculos”, concluiu.


Fonte: Tribuna do Recôncavo/Foto: Hélio Alves

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