Baianos reduzem consumo de peixes e frutos do mar; restaurantes sentem diferença

Após a contaminação, por meio de manchas de óleo percebidas no litoral brasileiro desde o mês de agosto no litoral dos Nordeste foi constatado em pesquisa, feita pelo Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que foram encontrados cerca de 30 animais marinhos contaminados pela substância nas Praias do Forte, Itacimirim e Guarajuba, Região Metropolitana de Salvador (RMS), trazendo uma certa preocupação principalmente aos restaurantes e consumidores.
O Varela Notícias investigou se a população está com receio de consumir os animais marinhos, se os restaurantes estão tendo prejuízo com a atual situação e entrou em contato com 34 baianos, por meio das redes sociais, para discutir sobre a possibilidade do consumo ou não de peixes e frutos do mar. Dos leitores consultados, 26 afirmaram que não comeriam e 8 afirmaram que comeriam só se fossem produtos congelados, antes da contaminação, ou em locais de confiança que já costumam ir.
A estudante Labelle Fernanda, de 21 anos, declarou que comeria, mas dependendo do local em que ela fosse consumir o prato. “Um temaki de salmão, por exemplo, eu comeria em um lugar onde eu já estou acostumada a comer, mas o peixe puro em qualquer lugar, talvez não”. Ainda se tratando de pessoas que comeriam peixes e frutos do mar, Ítalo Juan, 21, consumiria também em locais conhecidos. “Eu comeria na minha cidade Irecê, mas não em pontas de esquinas onde não conheço a procedência”, declarou estudante.


*Varela Notícias

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