Artistas e produtores culturais se unem em apoio a classe musical que devido a pandemia vem sofrendo com a falta de shows

A classe musical vem sofrendo com a falta de shows e apresentações, muitos vivem exclusivamente da música, e temem muito pelo o futuro no enfretamento da atual crise. 
Ao ser questionado em uma coletiva de imprensa por um radialista que também atua na música o prefeito Rogerio Andrade confirmou que já está buscando medidas e que já tinha falado sobre o assunto antes do cancelamento dos festejos juninos com o gerente de cultura Novaes que também é do meio e busca soluções para enfrentar essa crise junto com a classe musical. 
Novaes confirmou que busca soluções e que já conversou com a secretaria Dene Cortes que também está muito preocupada com a classe musical tão afetada nesse momento de pandemia. Novaes também falou que antes do cancelamento do São João já tinha conversado com o prefeito sobre um apoio a classe musical e que o prefeito se mostrou interessado a ajudar os artistas, e pediu a apresentação de formatos e projetos destinados a esse apoio.

Rogerio já está analisando os projetos apresentados e logo sentaremos pra definir como será esse apoio, juntamos assinaturas em um abaixo assinado digital de músicos locais que reforça esse pedido, isso junto a um outro pedido de apoio feito por Sinho Bernardo e músicos locais que também reforça essa união no pedido de apoio ao prefeito Rogerio Andrade.
O movimento tem uma marca que é o *Juntos somos mais fortes music* pois juntos venceremos essa crise e logo voltaremos a levar muita alegria em forma de música a todos, finalizou Novaes Black 
PEDIDO DE APOIO
Ser músico profissional é um grande desafio nesse momento de crise mundial
A música tem forte presença em todas as classes sociais e em várias épocas. Em apresentações, festas, cerimonias religiosas, programas de rádio e TV, propagandas comerciais, trilhas sonoras de filmes, teatros e muito mais. Somos “bombardeados” de informações musicais. Quem de nós poderia afirmar que não existe uma música especial que marca algum momento da sua vida!? 
Embora a fama seja um privilégio de poucos, muitas pessoas buscam sua vivência profissional por meio da música. Pois, no geral “viver da música”, para muitos, é ter um trabalho aliado ao grande prazer. 
Trabalhar com música, para quem tem esta vocação, é verdadeiramente apaixonante.
Viver da música  é um grande desafio e hoje estamos enfrentando um momento muito delicado por conta dessa pandemia que assustou o mundo. A classe de músicos e artistas locais está sendo bastante prejudicada, pois foram os primeiros a parar suas atividades e sem dúvidas serão os últimos a voltar ao trabalho, devido à quarentena e o duro isolamento social necessário em todas as cidades do Brasil e do mundo, o que resultou no cancelamento de eventos de todos os portes.  A falta de eventos, fechamentos de casas de shows e bares atingiu de cheio a classe artística.

No Nordeste, com as incertezas sobre o cancelamento ou não do São João aumentou ainda mais a nossa preocupação com a classe, pois Santo Antônio de Jesus é uma das cidades que mais contratam músicos locais na Bahia e umas das que mais contratam artistas locais nos festejos juninos no Brasil.

Em 2019 chegamos a 112 apresentações locais nos festejos juninos, aumentamos os valores pagos dos caches em 50% em comparação a gestões passadas, e aumentamos consideravelmente  a quantidade de bandas locais contratadas.

Em 2017, por exemplo, aumentamos pra 12 o número de bandas locais no palco principal. Antes somente seis bandas  tinham esse privilégio. Em 2020 o planejamento previa a apresentação de 14 artistas, sem contar aqueles que entram via comprovação direta. Em 2019 foram ao todo 16 bandas locais no palco principal do São João de SAJ, e contando do aniversário da cidade ao São Pedro foram 117 apresentações de bandas locais só nesses festejos.
Os músicos são uma das categorias mais afetadas pelos efeitos econômicos do novo coronavírus. À medida que as cidades fecham para respeitar o isolamento e impedir o avanço da doença, a renda deles fica prejudicada.  
A atividade deles é inteiramente dependente da formação de aglomerações. Por serem autônomos, não contam com seguro-desemprego, nem podem se beneficiar de outras proteções usadas pelos trabalhadores formais nessa crise – como FGTS, aviso prévio, afastamento médico ou auxílio-doença”. Por conta disso, venho através desse documento aberto, apresentar ao prefeito Rogério Andrade algumas ideias no intuito de dar uma atenção extra para a classe musical de SAJ, em especial a todos que vivem exclusivamente da música e que durante essa pandemia estão sem renda e sem terem de onde tirar o seu sustento. 
Venho pedir ao senhor prefeito Rogério Andrade e a senhora secretaria de cultura Dene Cortes na condição de gerente de cultura, onde também por anos exerci a profissão de músico, e hoje sou produtor artístico e musical presente em grandes eventos na Bahia, conhecendo ainda mais de perto os problemas enfrentados pela classe, peço essa atenção e estudo nos projetos aqui apresentados. 
Novaes Black - Gerente
Secretaria de Cultura Turismo e Juventude
02/03/2020
Propostas
Em anexo....

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