De máscaras, estátuas de Jorge Amado e Zélia se previnem contra a Covid-19; publicação repercute na internet

O casal de escritores mais conhecidos da Bahia entraram na campanha do combate ao coronavírus: Jorge Amado e Zélia Gattai. Mas você se pergunta: como assim? Eles não morreram? Fisicamente sim, mas as lembranças e os monumentos espalhados por Salvador não nos deixam esquece-los. A publicação do perfil @salvadormeuamor, que conta com 105 mil seguidores, ganhou repercussão nesta terça-feira (31), principalmente no Instagram. Nela, Jorge e Zélia, estátuas fixadas em um banco no Largo de Santana, no boêmio bairro do Rio Vermelho, são retratados com máscaras cirúrgicas, muito utilizadas como prevenção do contágio da Covid-19.
O bairro, conhecido pelo movimento das casas de shows, bares e restaurantes, teve sua rotina alterada drasticamente. Por força do decreto do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), estabelecimentos comerciais estão proibidos de abrir e assim evitar aglomerações, a não ser que comercializem produtos por delivery.

Se vivos estivessem, Jorge e Zélia estariam no grupo de risco - ele com 107 anos e ela com 103 anos - e, presume-se, tomariam as medidas de precaução necessárias como rezam as recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. Bem possível que estariam na Casa do Rio Vermelho.
Jorge Amado morreu em 6 de agosto de 2001 e Zélia em 17 de maio de 2018. As esculturas, obras do artista plástico Tatti Moreno, foram inauguradas em dezembro de 2012 e também contam com a companhia da representação do cachorro de estimação do casal.
O perfil @salvadormeuamor, colaborativo, administrado pela Rede Amo, compartilha fotos de usuários do instagram que contribuem com a hastag #SalvadorMeuAmor.

*BocãoNews

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