Brasil fica fora de compromisso de países para combater disseminação de fake news

O Brasil decidiu ficar de fora de um compromisso firmado por 132 países para a não difusão de notícias falsas em meio à pandemia do coronavírus. Segundo o Uol, aliados do governo Bolsonaro como Israel, Índia, Hungria, Japão e até os Estados Unidos aderiram, assim como Reino Unido, Alemanha, França e Itália. Na América do Sul, apenas o Brasil ficou de fora.

Procurado pelo site, o Itamaraty não retornou aos pedidos de esclarecimento sobre a decisão de não aderir à iniciativa. Países comunistas como China, Cuba e Coreia do Norte também ficaram de fora do projeto. O governo russo foi outro que ficou de fora, além de Filipinas.

O documento alerta para o desafio da “infodemia” ou da “desinformação pandêmica”.

"À medida que a COVID-19 se espalha, um tsunami de desinformação, ódio, bode expiatório e assustador foi desencadeado", alerta. Segundo os governos, em tempos de crise de saúde, "a propagação da "infodemia" pode ser tão perigosa para a saúde e segurança humana quanto a própria pandemia". "Entre outras consequências negativas, a COVID-19 criou condições que permitem a disseminação de desinformação, notícias falsas e vídeos para fomentar a violência e dividir as comunidades”.

"Por estas razões, pedimos a todos que parem imediatamente de difundir informações errôneas e observem as recomendações da ONU para enfrentar este problema", sugerem os governos.

*bahianotícias

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