Após queda de quase 40% na pandemia, transplantes no Brasil crescem em setembro


A pandemia da Covid-19 impactou os transplantes de órgãos e tecidos no Brasil. Os números de procedimentos realizados no país voltaram a crescer depois de um período em baixa em que a redução chegou a ser de 40% em meio à crise sanitária. De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplantes e Órgãos (ABTO), nos meses de agosto e setembro os índices de transplantes de órgãos e tecidos apresentaram crescimento de 11%. 

Com o aumento, a estimativa é de que o número absoluto de transplantes em 2020 seja cerca de 30% menor do que o realizado em 2019, traz reportagem da Folha de S. Paulo.

De acordo com a matéria, o Brasil tem hoje 41.026 pessoas aguardando por um transplantes de órgãos sólidos (rins, fígado, coração, pulmão e pâncreas) e tecidos (córnea) no país.

O Ministério da Saúde (MS) informou que enquanto em 31 de julho havia 46.181 pacientes na fila, em setembro de 2019 havia 37.212 pessoas.

Especialistas atribuem a redução dos transplantes à crise sanitária caudada pelo novo coronavírus. Além da pandemia ter gerado menor número de doadores, os pacientes que precisam de transplante ficaram receosos e com medo de se infectarem durante as cirurgias.


*bahianotícias

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