Suspeitos de envolvimento em explosões de agências bancárias em Correntina estavam em prisão domiciliar

Foto: Divulgação/SSP-BA

Três investigados na participação em explosões de agências bancárias na cidade de Correntina, no oeste da Bahia e que morreram em confronto com a polícia, dias após o ataque às agências, estavam em regime de prisão domiciliar quando realizaram as explosões nos bancos. A informação foi divulgada neste último domingo (16), pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Segundo a SSP-BA, um dos suspeitos saiu do sistema prisional no dia 12 de abril deste ano. Os três morreram na última terça-feira (11), na cidade de Maracás, sudoeste da Bahia, em confronto com a polícia.

A SSP-BA informou que o grupo também é suspeito de outros ataques contra bancos, no interior da Bahia, no mês de abril, mas não deu detalhes.

Ao todo, nove suspeitos de envolvimento nas explosões foram localizados. Cinco deles foram mortos em confronto, sendo que quatro morreram nas cidades de Maracás e Serra do Ramalho. Outros dois homens suspeitos de integrar a quadrilha foram presos no dia 12 de maio, no município de Serra do Ramalho.

Os suspeitos foram localizados por meio da operação “Aerárium”, promovida pelas polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal. De acordo com a Polícia Militar, até sexta-feira (14), a operação prendeu nove pessoas, apreendeu 15 armas de fogo, 863 munições de diversos calibres, sete veículos automotores, 12kg de maconha e 2kg de cocaína, além da recuperação de um total de R$ 315 mil.

Explosões

Um grupo fortemente armado explodiram três agências bancárias na cidade de Correntina, na madrugada do dia 7 de maio. Os ataques às unidades, que ficam próximas umas das outras, foram simultâneos. Ninguém ficou ferido na ação.

Segundo a PM, os suspeitos deixaram em uma das agências um suposto material explosivo e, por isso, a área foi isolada e o BOPE precisou ser acionado para realizar a remoção do material.

De acordo com a polícia local, durante os ataques, os suspeitos dispararam várias vezes para o alto, para causar pânico na população. Ainda não há informações sobre quantos homens participaram da ação. Depois do crime, os suspeitos fugiram em vários carros.


*G1

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