Brasil lidera ranking de maior demanda de delivery no mundo

Foto: Tarcísio Sampaio

O sistema de entrega por delivery  vem crescendo e se desenvolvendo bastante ao longo dos anos. É difícil encontrar uma pessoa que nunca tenha comprado nada por delivery, principalmente na época da pandemia. Por esse motivo, bares e restaurantes enxergaram um novo modo de lucrar mais de acordo com essa nova demanda do cliente.

Segundo pesquisas do relatório de Euromonitor, em um levantamento envolvendo 62 países, o Brasil é o líder do ranking de delivery com o maior número de vendas em bares e restaurantes, chegando a obter ⅓ da receita total. De acordo com a GS&NPD, os gastos com delivery no Brasil chegaram a 40 bilhões de reais, somente em 2021.

STARTUPS COLABORAM COM CRESCIMENTO DE GRANDES EMPRESAS:

O aplicativo Giross, por exemplo, faz delivery para marcas como Arezzo, Drogasil, Subway, PagueMenos e outras grandes e pequenas empresas. “Marcas que gastavam mais de R$ 800.000 com entregadores fixos, passaram a gastar menos de R$ 300.000 por estar com o aplicativo Giross”, relata o empresário.
Se um cliente ligar ou entrar em contato com uma marca para fazer um pedido, esta empresa só precisa usar o app Giross e o motoboy (ou a motogirl) vai chegar para levar o produto até o cliente dela com rapidez, agilidade e segurança. “É possível passar um link para que o cliente acompanhe a corrida. Temos muitos diferenciais, como o Seguro de Entregas também, além de, obviamente, gerarmos custos muito menores para qualquer empresa”, pontua Filipe Martins, fundador do app.

Com essas facilidades e a demanda do público atual, é inevitável crescer sem um bom serviço de delivery para atender os inúmeros clientes que chegam ao longo dos dias.

Filipe diz que realmente “foi uma loucura”, porque houve uma rápida inversão. Em março de 2020, mais de 90% do negócio da Giross ainda tinha foco em transporte de pessoas e, em abril, 98% se tornou delivery. “A busca hoje é tão grande, e aceitação do público é tanta, que é possível cobrarmos taxas menores das empresas parceiras sem perda no lucro”, relata Filipe.


*Bahia.ba

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